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VIGÉSIMA SEGUNDA ALTERAÇÃO CONTRATUAL E CONSOLIDAÇÃO DO CONTRATO SOCIAL DA EMPRESA '

“FLORISA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS S/C LTDA”.

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C.N.P.JX/ MF nº. 80.670.136/0001-48

Jucesc 7 139

FLORISA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS S/C LTDA,, pessoa jurídica de

a Direito Privado, estabelecida à Rua vereador Nagib Jabor 74 capoeiras, Florianópolis, SC, Inscrita no CNPI./MF sob o 80.670.136/0001-48, com Contrato Social registrado no Livro A-15 de Pessoa Jurídica sob 1.057 em 05 de Maio de 1.998, por seus sócios.

ANASTÁCIO RODRIGUES, brasileiro, casado em comunhão universal de bens, empresário, nascido em Urubici aos 20/07/1947, portador da carteira de identidade 1/R 184.829, expedida pela SSP-SC, inscrito no CPF sob 067.172.849-00, residente e domiciliado à Rua Olegário da Silva Ramos 159 Capoeiras, Florianópolis SC, CEP 88090-100.

LEANDRO COELHO RODRIGUES, brasileiro, nascido em Florianópolis aos 23/02/19982, solteiro, estudante universitário, portador da carteira de identidade 3.975.411 SSP/SC e CPF 037.041.569-70, residente e domiciliado à Rua Olegário da Silva Ramos 159 Capoeiras, Florianópolis SC, CEP-88090-100.

Resolvem promover a Vigésima Segunda Alteração e Consolidação do Contrato Social mediante as cláusulas e condições seguintes:

Cláusula I Denomimação Social O Art. 1º. do Contrato Social passa a ter a seguinte redação:

“A Sociedade gira sob a denominação Social de FLORISA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA”

Cláusula II - Adequação e Consoli do Contrato Social: (”

Pelo presente instrumento resolvem os sócios reformular o Contrato Social adotando a forma das sociedades limitadas, regendo-se por este contrato e pela legislação vigente que lhe for aplicável, em especial pela Lei Nº. 10.406 de 10/01/2002, e nomeadamente pelas disposições insertas nos arts. 1.052 a 1087, aplicando-lhes, supletivamente e no que couber, normas das sociedades por ações.

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IA h Certisign - Autoridade Certificadora ad Certificado pelo Instituto Nacional de Tecnologia de Informática . E , Documento Assinado Digitalmente 28/06/2018 Presidência da República | Junta Comercial de Santa Catarina

Casa Civil CNPJ: 83.565.648.0001-32 Medida Provisória 2.200-2, de 24 de agosto de 2001.

Para verificar a autenticidade acesse www.jucesc.sc.gov.br e infor" número 106361/2018-03 na consulta de processos.

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CAPÍTULO I a . cu. a

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“CEC 140) DA DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETIVO, INICIO E PRAZO Art, - A Sociedade gira sob a denominação social de “FLORISA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA”.

Art. - A Sociedade tem sua sede e foro à Rua Vereador Nagib Jabor 74 Capoeiras, Florianópolis SC, CEP 88090-090.

Art. - A sociedade tem como objetivo a exploração do ramo de Administradora de Ea Consórcios. g - - A Sociedade poderá abrir filiais, ou participar de outras sociedades afins. Art, - A Sociedade iniciou suas atividades em 20 de abril de 1998.

Art. - A Sociedade será por prazo indeterminado.

CAPÍTULO II

O CAPITAL, COTAS, COTISTAS E RESPONSABILIDADES

Art. - O Capital social é de R$ 687.000,00 ( seiscentos e oitenta e sete mil reais).

Art. - O Capital Social subscrito e integralizado, como segue abaixo fica dividido em 1.000 (mil) cotas no valor de R$ 687,00 (seiscentos e oitenta e sete reais), cada uma assim distribuídas:

a) ANASTÁCIO RODRIGUES - 950 (Novecentos e Cingienta ) cotas no valor total R$ 652.650,00 ( seiscentos e cingúenta e dois mil e seiscentos e cinquenta reais);

b) LEANDRO COELHO RODRIGUES - 50 (cinquenta ) cotas no valor total de R$ y 34.350,00 (trinta e quatro mil trezentos e cinquenta reais);

Art. - A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas cotas mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social, na forma do art. 1052 da Lei nº. 10.406/2002.

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CAPÍTULO HI o SoM DO EXERCÍCIO SOCIAL, BALANÇO, DISTRIBUIÇÃO DE LUCROA OU PREJUIZOS.

Jucesc 9141 Art. - O exercício social encerrar-se-á em 31 de dezembro de cada ano.

Art. 16º - No fim de cada exercício social proceder-se-á a verificação dos lucros ou prejuízos para balanço geral, obedecendo às prescrições legais e técnicas pertinentes a matéria.

Art. 11º - Qs lucros líquidos apurados em balancetes periódicos, ou no balanço geral serão distribuídos em partes iguais a cada cota, cabendo a cada sócio tantas, quantas cotas possuírem, ou mantidas em conta reserva para futuro aumento de capital.

Art. 12º - Os prejuízos que por ventura se verificarem serão mantidos em conta especial

para serem amortizados nos exercícios futuros, e não o sendo serão suportados pelos SÓCIOS, proporcionalmente ao capital de cada um.

CAPITULO IV

DA ADMINISTRAÇÃO, SUA REMUNERAÇÃO E CONTABILIDADE

Art. 13º - A Sociedade será administrada pelo sócio ANASTÁCIO RODRIGUES no Cargo de Diretor, o qual ASSINARÁ ISOLADAMENTE para representar a sociedade ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, podendo praticar todos pos atos necessários para O bom desempenho de suas funções e como consecuções do fim social.

5 1º. O sócio Administrador poderá nomear procuradores outorgando-lhes poderes Expressos.

82º. O Administrador declara, sob as penas da lei, de que não está impedido de exercer à administração da sociedade, por lei especial, ou em virtude de condenação criminal, ou por

enconirar sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a | cargos públicos, ou por crime falimentar, de prevaricação, peita cu suborno, concussão

peculato, ou contra a economia popular, contra o sistema financeiro nacional, contra normas de defesa da concorrência, contra as relações de consumo, pública, ou a propriedade.

& 3º. Fica vedado o uso da firma sob qualquer pretexto ou modalidade, em operação ou negócios estranhos ao fim social, especialmente a prestação de avais,endossos,fianças ou

cauções de favores. Y IN.

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“. Art. 14º - Pelos serviços que prestar a sociedade, perceberá diretor à tíuilo de “Pró- labore”, uma quantia fixa creditada em conta corrente mensalmente de acordo com as condições financeiras da sociedade.

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Art. 15º - A Sociedade manterá os registros contábeis e fiscais necessários.

JUCESC 2 1 t 2 CAPÍTULO V DOS AUMENTOS DE CAPITAL, RETIRADA DE SÓCIOS, DIMINUIÇÃO DE CAPITAL

Art. 16º - Em caso de aumento de capital, terão preferência os cotistas para subscrição em igualdade de condições e na proporção exata da cotas que possuírem, nos termos dos arts. 1003 e 1056 do Código Civil /2002.

& Único As delibermções, ainda que impliquem em alteração contratual, poderão ser tomadas por sócios representantes da maioria absoluta do capital social.

Art 17º - O sócio que desejar se retirar da sociedade, ou transferir suas cotas deverá notificar por escrito a sociedade, discriminando o preço, forma de pagamento, para que esta através dos demais sócios exerça ou renuncie ao direito de preferência, o que deverá fazer dentro do prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data do recebimento da notificação, ou em maior prazo a critério do alienante, decorrido este prazo, sem que seja exercido o direito de preferência, as cotas poderão ser livremente transferidas. Art. 18º - Em caso de falecimento de um dos sócios a sociedade continuará com os sócios remanescentes, passando as cotas do “de cujus” a herdeiros legais, podendo, nele fazer-se e representar enquanto indivisuo o quinhão respectivo por um dentre eles devidamente credenciados pelos demais e nos termos dos artigos 1028 e 1031 do Código Civil 2002.

Art. 19º - Em caso de diminuição, será proporcional e igual a cada cota.

CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 20º - Fica eleito os foros das Cidades de Florianópolis e São José de Santa Catarina, para os casos omissos, oriundos do presente contrato.

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: . + = qi j Art, 21º - Os casos omissos e não regulados pelo presente contrato serão reguladosepér Jei y) em vigor. og e e E , Art. 22º - Os sócios declaram para todos os fins e efeitos não estarem inclusos em nenhum

dos crimes previstos em lei e que os impeçam de exercer atividades mercantis, nos termos do art. 1011 do Código Civil 2002.

E, por estarem assim justos e contratados, as partes assinam o presente instrumento, o qual é lavrado em 5 (cinco) vias de igual teor e forma, na presença de duas testemunhas instrumentais, para todos os efeitos jurídicos e legais.

dd Florianópolis, 14 de Dezembro de 2004,

Xuondato Medo Peohupão

Leandro Coelho Rodrigues

Registro de Vitulos E Pocunentos/R.C.PESSnaS Jurídicas

pficial: olé ça ias ja de SDUZê Pai Drs ria Faria E Gticial Haior: Ha : Ei CEP 68010-320 Fpobis/SE

“TvHao vriyiauoas

Ida tHa HEONINO INBINOR

Rua Vidal Ramos, 5

QH 5 U E 85 Sra Roseli Rubick iz : E CPF; 932.272.999-68 É EE RG. 2.789.925 SSP/SC É ê É Sam 5 & E mms cede |: É eretas órsger ma ; 2êm Adauto Beckhauser En OAB/SC 2.231 é E o 4 E w z> se SA SE as o 20H63 no livro SOR NA 3 pp quoga7 às fls HS no livro A-49 9 Ro E Florianópolis, 13/0/2004 Selo.: e o Emol.: R$ 58,80 q Wficia A a e pro

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% Estado de Santa Catarina

sd Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável 4 Junta Comercial do Estado de Santa Catarina

Procuradoria Geral

JUCESC 37 4 Parecer n.º 99/10

Processo 10/137160-8.

Sociedade limitada. Conversão em sociedade empresarial. Decretação de falência. Circunstância que não obsta o arquivamento pretendido.

Trata-se de consulta sobre aspectos jurídicos envolvendo o pretendido arquivamento da 22º alteração contratual da sociedade FLORISA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS S/C LTDA. Este ato, devidamente arquivado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, prevê a conversão da sociedade que, passando a ter natureza empresarial, traz o ato a arquivamento nesta Junta Comercial.

A dúvida decorre da seguinte circunstância: esta sociedade teve a falência decretada judicialmente. Questiona-se, assim, se é possível o arquivamento pretendido após aquela decretação?

É possível o arquivamento. Por duas razões.

Em primeiro lugar, porque o arquivamento ora pretendido se impõe diante do prévio arquivamento no Cartório competente. Como dito no parecer 307/09, “na conversão, o arquivamento que compete à Junta Comercial não é o da alteração em si, mas o do ato do oficial de tegistro que a arquivou. Este ato não é sujeito ao controle formal que sói exercer a Junta Comercial sobre os atos privados em geral; é ato público, cuja regularidade a Junta não pode contestar, pelo simples fato de que tal controle obviamente foge à sua alçada”. . oi

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Estado de Santa Catarina

Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável Junta Comercial do Estado de Santa Catarina

Procuradoria Geral

JUCESC 97 45 . E, em segundo lugar, porque o ato em questão foi

arquivado no Cartório competente em 13/01/2005 do que se depreende que não apenas o ato, mas também seu regular arquivamento, são anteriores à quebra. Tal circunstância não denota a possibilidade do arquivamento, como afasta qualquer dúvida sobre a eventual intenção de, através dele, fraudar a falência em curso.

Ante o exposto, entende esta procuradoria que, consideradas as questões aqui analisadas, é possível o arquivamento questionado, sem prejuizo da análise de seus demais aspectos.

Realizado o arquivamento, oficie-se ao juízo falimentar noticiando o arquivamento realizado e juntando certidão de inteiro teor do

ato. Fosanôpois/ d dai] 0/77. ox Md

Victor E MS Neto Procurador da JUCESC

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ESTADO DE SANTA CATARINA

PODER JUDICIÁRIO

Comarca da Capital

Vara de Precatórias Precatórios Falência e Conc.

Autos 023,07.103108-4

Ação: Falência/auto Falência/Lei Especial Falido: Florisa Administradora de Consórcios S/C Ltda.

Vistos, etc.

Cuida-se de pedido da própria falência requerido por Florisa Administradora de Consórcios Ltda., representada por seu liquidante, Sr. Sadi Zanotto, com base no artigo 21, b, da Lei 6.024/74 e nos artigos 105 e 197 da Lei 11.101/05.

Relatou que referida sociedade empresária se encontra em liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil, mas a evolução da situação patrimonial demonstrou haver mais de um requisito autorizador da decretação da falência, sobressaindo significativo passivo a descoberto e fortes indícios de crimes falimentares.

Juntou documentação obrigatória (fls. 8/14).

O Ministério Público requereu a juntada do relatório legal do liquidante (fls. 27/28), documento essencial (art. 105 da Lei 11.101/2005) que retrata a situação patrimonial da empresa c dos grupos de consórcios e indica a prática dos crimes falimentares, e a partir do qual o Banco Central autorizou o ajuizamento do pedido de falência.

O autor apresentou os documentos faltantes (fls. 39/186) e o Ministério Público opinou pela da falência, descartando a viabilidade da recuperação judicial da empresa (fls. 196/197).

É o breve relatório. DECIDO.

Trata-se de pedido de auto-falência requerido pelo liquidante extrajudicial da sociedade ia Florisa Administradora de Consórcios Ltda. com findamento no artigo 21, b, da Lei 6.024/74 e nos artigos 105 e 197 da Lei 11.101/05.

Destaque-se, de plano, que, enquanto vão for revista a disciplina específica à crise em instituições financeiras, para adequação ao novo direito falimentar brasileiro, aplica-se, subsidiariamente à Lei 6.024/74, a Nova Lei de Falências, de 11.101/2005 (ver, a respeito: COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à nova Lei de Falências e de Recuperação de

Empres E São Ceu Ea vB 2008. p. 22): q20.901, Fiarlanôpoli-SC - Ent capprecidtise.gov.tr

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ESTADO DE SANTA CATARINA

PODER JUDICIÁRIO

Comarca da Capital

Vara de Precatórias Precatórios Falência e Cone.

Jucesc9 147

Estão documentados nestes autos dois requisitos, independentes entre si, pata a decretação da falência de instituições financeiras em liquidação extrajudicial autorizada pelo artigo 21 da Lei 6.024/74, previstos na sua alínea », im verbis:

Art. 21. A vista do relatório ou da proposta previstos no artigo IÍ, apresentados pelo liguidante na conformidade do artigo anterior, o Banco Central do Brasil poderá autorizá-lo a: [...] h) requerer a falência da entidade, quando o seu ativo não for suficiente para cobrir pelo menos a metade do valor dos créditos quirografários, ou quando houver fundados indícios de crimes falimentares.

O relatório legal do liquidante retrata que passivo a descoberto irreversível no valor de R$ 4.803.171,21 (fls. 180/181), a demonstrar que houve gestão e desvio de recursos dos Grupos de Consórcio causando sérios prejuizos a terceiros, principalmente aos consorciados (fl. 183) os quase 2000 “cotistas” de grupos de consórcios que representam os credores quirografários da falida (fl. 39 e ss.). O balanço patrimonial de fls. 11/13, promovido em 30.06.2007, arunciou, ainda, que a situação faz agravar-se, alcançado, àquela data, um prejuízo acumulado de R$ 5.903.000,53.

Extensa relação de irregularidades que configuram, em tese, prática de crimes contra o sistema financeiro e falimentar, foi apresentada no mesmo documento (fls. 182/183), entre as quais cumpre dar relevo, por sua séria repercussão, a falta de registro de débitos tributários e de passivos trabalhistas.

Em suma, pelo quadro nos autos retratados, a decretação da falência é medida que se impõe.

EX POSITIS, com fundamento no artigo 21, b, da Lei 6.024/74 e nos artigos 105 e 197 da Lei 11.101/05, DECRETO A FALÊNCIA de Florisa Administradora de Consórcios Ltda., pessoa jurídica de direito privado inscrita no CNPJ sob o 80.670.136/0001-48, com endereço à Rua Vereador Nagib Jabor 74, Capoeiras, CEP 88090-100, nesta cidade e Comarca, representada pelo liquidante extrajudicial senhor Sadi Zanotto.

Fixo o termo legal da falência em 16.01.2606, que é o termo legal da liguidação fixado pelo ATO-PRESI 1.115 do Banco Central do Brasil.

Nomeio administrador judicia! o liquidante extrajudicial, senhor Sadi Zanotto, que deverá ser intimado para assinar o termo de compromisso. Como primeiro ato, deverá providenciar a publicação desta sentença jomal de grande circulação regional, ou justificar a impossibilidade diante dos recursos disponíveis pela massa falida.

Intime-se o representante da falida para que apresente ou complemente a lista dos credores no prazo de 20 (vinte) dias. Na seglência, publique-se edital intimando os credores não indicados para que se habilitem a receber o crédito eventual.

Ficam suspensas, por força de lei, as ações e execuções contra a falida (art. da Lei 11.101/05).

Endereço: Av.Gov. Gustavo Richard, 434, Fórum, Centro - CEP 88,020-901, Fiorlanópolis-SC - E-mail: cappreciênt se gov.br

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ESTADO DE SANTA CATARINA

PODER JUDICIÁRIO

Comarca da Capital

Vara de Precatórias Precatórios Falência e Cone.

JUCESC9T4S

Ficam proibidos os atos de disposição ou oneração de bens da falida sem prévia autorização judicial,

Expeça-se ordem à Junta Comercial para anotação da falência.

Intime-se o Ministério Público.

Expeçam-se cartas às Fazendas Públicas Federal e de todos os Estados e Municípios em que o devedor tiver estabelecimento, para conhecimento da falência.

Publique-se, devendo o respectivo edital conter a íntegra desta decisão e a relação de credores (artigo 99, parágrafo único, Lei 11.101/05).

Registre-se. Intimem-se. Florianópolis (SC), 06 de abril de 2009.

Yannick Caubet Juiz Substitato

Endereço: AviGov, Gustavo Richard, 434, Fórum, Centro « CEP 88.020-901, Florianópolis-SC - E-mail: capprectt se.gov.br

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CONTRATO SOCIAL DA EMPRESA IMARPIBO ADMINIBTRADORA BE CONSÓRCIOS

5/€ LIMITADA."

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O Jecimura E Schifer Heblivzel À Escreventes Rosiene 4. Pinheiro Vargas Dultvilene E. Matias de Sousa Ara Loures Ferias

MARFISO MENEZES NETO, brasileiro, casado, comerciante residente e domiciliado à Rua Dib Cherem, 101, Capoe- iras, Florianópolis, Santa Catarina, portador do CPF. 155.110,149-15, Carteira de Identidade 1/R - 447.489, expedida pela SSI- Santa Catarina; ANASIZÁCIO RODRI- GUES, brasileiro, casado, Contador, residonte e demi- ciliado à Rua Olegário da Silva Ramos, 133, Capociras Florianópolis, Santa Catarina, portador do C.P.F. 067.172.849-00, Carteira de Identidade 184.829, ex pedida pela SSI- Santa Catarina, MARFISO COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS LTDA, pessca juridica de direito privado , estabelecida à Praça 20 de Setembro, 300, Pelotas, Rio Grande do Sul, devidamente Registrada na Junta Comer- cial do Estado do Rio Grande do Sul, sob n9 43-2-010-, 7298-5, em 24 de Junho de 1.986, Inscrito no C.G.C.. ME/ 76.818.038/0001-38, neste ato representado pelo seu Diretor Sr. MARFISO MENEZES NETO, acima qualifica do, resolvem constituir uma sociedade Civil, por co- tas de Responsabilidade Limitada, que se regerã pelas Leis nºs. 3.708, de 10/01/1.919, e 4.726, de 13/07/65 pelas demais disposições aplicáveis a especie e condi ções abaixos-

CAPITULO JI

b á E DA DENOMINAÇÃO SOCIAL, SEDE, OBJETIVO, ÂNICIO E PRAZO: A sociedade girarã sob a denominação social de :

" MARFISO ADMINISTRADORA DE CONSÓRICIOS 5/C LTDA."

A sociedade terã sua sede & foro à Rua Santos Saraiva, 500, EstPeito, Florianópolis, Santa Catarina;

A sociedade terã como objetivo: a exploração do Ramo de ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS; o

s-l2-àA sociedade poderá abrir filiais, ou partici- paz de outras sociedades afins Ou. não;

A sociedade iniciará suas atividades em 20 de Abril, de 1.988B3 4

A sociedade serã por prazo indeterminado;

CAPITULO II DO CAPIC'AL, COTAS, CONISTAS E RESPONSABILIDADES!: -

O capital social serã de Cz$ 12.000.000,00 (doze mil- hões de cruzados);

O Capital social subscrito e integralizado, como se - que abaixo, fica dividido em 1.900 (Hum mil) cotas no valor de Cz$ 12.000,00 (doze mil cruzados), cada uma assim distribuidas;.

a) - MARFISO MENEZES NETO, 100 (cem) cotas no valor de Cz$ 1.200.000,00 (Hum milhão e duzentos mil cruza- dos), intégralizados em moeda corrente na assinatura! do presente;

Db) - ANASTÁCIO RODRIGUES, 100 (cem) cotas no valor de Cz$ 1.200.000,00 [hum milhão e duzentos mil cruzados) integralizados em moeda corrente na assinatura do presente;

AUTENTICAÇÃO

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MARFISO COMERCIO DE AUTOMÓVEIS LTDA, 800 (oitocentas) cotas no valor de Cz$ 9.600.000,00 (nove milhões e

seiscentos mil cruzados), representado por um terre- no com área de 2,325,00 MZ com as seguintes dimen- sões e confrontações: 25,00 metros de frente e de fun dos, por 60,00 metros le frente a fundos em ambas as laterais, com as seguintes confrontações: fazendo frente para a avenida Presidente Kennedy, Fundos com terras de Marinha, de um lado com terras de Osni Ar- noldo da Silva, e de coutro lado com terras da Empresa Madereira Brasilpinho S/A, distante 23,00 matros da casa de 583, devidamente registrado no Livro 2/JD folhas 0062 pagina 121 registro R-1 20.870, em 19 de maio de 1.983;

Um terreno de Marinha situado à Avenida Presidente |

* Kennedy, Campinas, São Josê, Santa Catarina, medindo!

25,00 metros de frente e de fundos, por 33,00 metros, de Frente a fundos em ambas as laterais com as seguin tes confrontações: Frente com terras alodial do com- prador fundos com o Mar, de um lado com Osni Arnoldo! da Silva, e de outro lado com Madereira Brasilpinho " S/A, Uma loja Comercial Edificado nos terrenos acima qualificados com ârea de 618,54 metros quadrados,mais um Garagem comercial com ârea de 144,36 metros quadra doss

A responsabilidade dos sócios será na forma da [sei Li mitada ao Valor total do Capital social, nos termos ' do Art. 29, da Lei 31708, de 10/01/1.919;

CAPITULO III

DO EXERCICIO SOCIAL, BALANÇO, DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS OU PREJULZOS:

O exercício social encerrar-se-ã em 31 de dezembro de Cada ano;

No fim de cada exercicio social proceder-se-a a veri=- ficação dos lucros ou prejuizos para balanço Geral;

os lucros liquidos apurados serão distribuidos em par tes iguais a cada cota, cabendo a cada socio tantas , quantas cotas possuirem;

Os prejuizos que por ventura se verificarem serão man tido& em conta especial para serem amortizados nos exercicios futuros;

CAPITULO IV DA ADMINISTRAÇÃO, SUA REMUNERAÇÃO E CONTABILIDADE :-

A sociedade serã administrada por dois diretores, os quais caberaã representar a sociedade Ativa e Passi- vamente, em juízo ou fora dele, podendo praticar to- dos os atos necessários para o bom desempenho de suas funções e consecuções do fim social, assinando* em conjunto ou isoladamantas;

Ss - 19 - Os diretores em conjunto podsrão nomear ge- rentes para filiais, outorgando-lhes todos os pode - res por procuração e tempo determinado;

Ss -=-20 - Fica vedado o uso da firma, sob qualquer ' pretexto ou modalidade, em operações ou negócios es- tranhos ao fim social, especialemte a prestação de avais,endoços, Ffiançar,ou cauções de favores;

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e informe o número 106361/2018-03 na consulta de processos.

É g - - Os diretores ficam dispensados da prestação . de Cauções;

Art. 140 - Pelos serviços que prestarem a sociedade, perceberão os diretores a titulo de "Pro-Labore”, uma quantia '

JcEsc2 15] fixa creditada em conta corrente donde retirarão de acordo com as condições financeiras da sociedade, ate o maximo de seu crédito em conta corrente;

Art. 159 - A sociedade manterã os registro contábeis e fiscais , ' necessários;

CAPITULO VW DOS AUMENTO DE CAPITAL, RETIRADA DE SÓCIOS, DIMINUIÇÃO DE CAPITAL:-

Art. 160 - Em caso de aumento de capital, terão preferencia os cotistas para subscrição em igualdade de condiçoes e na proporção exata das cotas que possuirem;

Art. 179 O sócio que desejar se retirar da sociedade, ou trans ferir suas cotas, deverã notificar por escrito a so - ciedade, discriminando o preço, forma de pagamento |, para que esta atravêz dos semais sócios exerça ou re- nuncie ao direito de preferência o que deverá fazar ' dentro do prazo de 60 (sessenta) dias a contar da da

-— ta do recebimento da notificação ou em maior prazo a eritéio do alienante, decorrido este prazo sem que se ja exercido o direito de preferencia, as cotas pode- rão ser livremente transferidas;

Art. 189 - Em caso de falecimento de um dos sócios a sociedade ' continuará com os sócios 'remanecentes, passando as ' cotas do “de cujus”" a herdeiros legais, podendo nele fazer-se representar enquanto indívisuo o quinhão res pectivo gor um dentre eles devidamente credenciados Ei 7 pelos demais; !

Art. 190. - Em caso de diminuição de capital, serã proporcional e igual a cada cotas :

; CAPITULO VI ! DAS DISPOSIÇÕES FINAIS |

Art. 200 - Ficam escolhidos como diretores os cotistas MARFISO ' o É, MENEZES NETO e ANASTÁCIO RODRIGUES;

tel Art. 2ie - | Fica eleito o foro da Cidade de Florianópolis, Santa i Catarina, para os casos omissos , oriundos do presen te contrato;

Art. 220 Os casos omissos e nã” regulados pelo presente contra À to serão regulados por lei em vigor!

E, por assim estarem justos e contratados lavram, da- : tam, assinam, junt com duas testemunhas abaixo qualificadas o presdhte instrumento em OS (cinco) vias de igual teor e forma, devi- às pelos síácios, que se obrigam por si e seus herdei cumprir em todos osiseus têrmos.

Rodrigues

Marfiso Comércio de Automoveis Lida.

Testemunhas cota Sqm. “Pedro Paulo Silveira da Silva ES C.P.F. 443.291.809-87 C.P.r. 6 1a, AUTENTICA ÇÃO ve : AUTENTICO A PRE FOTOSTÁTICA, POR SER ú Ne ? HREPRODUÇÃO DOCUMENTO QUE ME FOI ENTADO COM CONFERI E DOU FÉ.

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PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL. DA EMPRESA "MARFISO ADMINISTRADORA DE LON-

ESSAS SS DESSES Ti mts CD SSIS EO TENTA CCEE READ CICTIH SToma sen ina mt Eis cascos

SóRCIOS 8/0 LTDA" JUCESC 9153

EEEDS NESSES sFE=ZEma

C.B.C.4MF n. BO.670. 196/0001-48

MARF ISO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS SZC LTDA, pessoa juridi-: ca de Direito Privado, estabelecida à rua Santos Saraiva n. 500, Estrei- to, Florianórpolis-BC, inscrita no 0.6B.C./MFP sob o n. 80.670.136/0001-4B, gl con Contrato Social registrado no livro A-1S de Pessoas Juridicas sob o o n. 1.057 em 05 de maio de 4.988, por seus sóciosMARFISO MENEZES NETO, - brasileiro, separado consensualmente, comercianta, portador da Carteira. q da Identidade n. 41/R 447.489, expedida pela 891-SC, irserito no CPE sob iq n. 195.110.149-15, residente e domiciliado à rua Dib Cherem n. LOL, Capo- cs eiras, Flor ianópolis-SC; ANASTÁCIO RODRIGUES, brasileiro, casado, comer-. ciante, portador da Carteira de Identidade n. 4/R 184.827, expedida pela SS1-BC, inscrito no CFF eob n. 067.178.849-00;, residente e domiciliado à& rua Qlegário da Silva Ramos n. 1933, Canpveiras, Florianopolis-SC, MARFISO COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS LTDA, pessoa jurídica-de Direito Privado, estabe— Lecida à praça PO de Setembro n. 300, Felotas-RS8, devidamente registrada. E > na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Bul sob n. 49-B-010-7298-5 ci had em 74 de junho de ..986, inscrita no &.B.C./ME sob n. 76.818.038/0001-30

neste ato representado por ceu diretor o Sr. MARFISO, MENEZES NETO, acima qualificado resolvem:

a) -— Alterar seu Contrato Social com acréscimo ao Ramo de Ativida- de; ,

bj fdumento do Capital Social;

c3 - Em consegilência das alterações mupras as tláussulas 3.,6. e 7. de seu Contrato Social, ficam assim redigidas:

D 4 FE iu t

à sociedade terá como objetivo & exploração do Ramo de uimi- Es nistredora de Consórcios, de: AUTOMÓVEIS, ELETRODOMESTICOS, es MOTOCICLETAS, UTILITÁRIOS E CAMINHÕES.

Art. 6.) - O Capital Social, que era de Crg 17.000,00 tdáze mil cruzei-

ros) fica pela presente elevado para Cr$ 90.000.000,00 (no-

k venta milhões de cruzeiros) que será integralizado da ser E Pa forma: Cr$ 14.176.563,36 (quatorie milhões, cento etenta e seis mil, quinhentos e sessenta e três cruzeiros e

trinta e seis centavos) com a incorporação das feservas da

Correção Monetária do Capital Social, Cr$ 5.623.784,72 (cinco

milhões, seiscentos e vinte e três mil, setecentos e trinta e

hum cruzeiros e eetenta e três centavos), com a incorporação

das Reservas de Lucros fcumulados, extraídos do Balanço Pa-

trimonial encerrado em 9 de dezembro de 1.990, e Crê

70.187.704,91 (setenta milhões, cento e oitenta e sete mil, Jd;

setecentos e quatro cruzeiros e noventa e hum centavos), com (|

a reavaliação dos Imóveis, incorporados à Bocisdada. q

Brt. 7.5) - D Capital Social, subscrito e integralizado, como segue abai- “xo, fica dividido em 70.000 (noventa mil) cotas no valor Cr$ (Bo 4.000,00 (hum mil cruzeiros) cada uma, distribuidas entre os

| NTICAÇÃOS Areas HESUaváS

- da aagiinte, “forma:

a - - MARFISO vENczes, NETO o ooo: fava mibDentas, ro valor total. E

smeezyss “de Cr8" 9.000.060,00 Enoua minds de cruzeiros), integram Mzados, em, Moeda, ld ia nat e RE eo Ee RA

po PR A RE

“bi + - ANASTÁBIO. RODRIGUES. - «do: sneve, mil). cotas, Ro. saia total , de Grg 9.000.000,00 trava milhões “de cruzeiros), Ela pRnÉar as “o cold pad. em noçda. Corrente, Elprssar.. a RR DS RN

E MaRFiso. COMÉRCIO. DE, “ALTOMÉVEIS LTDA À ER 000. ps e: duas

REA, cotas no valer total: de Cr$. 72: 000,000,00. taetenta e

dois milhões de. cruasirdsi; “representados, por um terreno com

BRR io gas “área de E.BeS mB; com. as, seguintes . dimensões, 25,00. metros de Cro frente e de findos, por 60,00 metros de-frente à fundos, em. Re OA “ambas as Jaterais,. com ás seguintes controntações.: “farendo. a E “srente pará. avenida Presidente. Kennedy, - fundos: com terras de Ra Cor co marinha, de um Jado--com terras de Oani Srnoldo-da Silva & de - RR Em “outro lado. com terra sda: 2 Empresa Madeireira Brasilpinho. feia a | | |

PR PRE

“4 distante BS, do. metros cda casa: de- A. “SBB, devidamente: regis trado no “Livro. B-JD, +Dlhas:0062,. página 14814, registro no“R-S A-BO-B70, em i? de: 'maio de 1989; um terreno ce marinha si= - tuado avenida Presidente Kennedy, Campinas, São José-sc, medindo 253,00 metros de: frente. e de fundos, por 23,00. metros de frente à fundos) “em ambas as. laterais, com am seguintes

ennfrontações: frente ef 1) terras) aloidai do comprador, fundos | com o mar, de um tado com à Empresa Erasilpinho 5/8, uma Loja. Comercial, edificada nos térrenos acima qualificados com área |

|

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1

de 618,54. Ro mais -umã garagem. Eomercial com “área de” á 48, Be. | mê; p Pata PE a É 2

: Permanecem inalteradas / as crádsilia não introduzidas na alte.

q Ra ração procedida... ad “o Ds sócios MARE ISO. MENEZES NETO a ANASTÁCIO RODRIGUES, | daciae: Ei STR “o ramnão , estarem incursos em menhum- dos crimes. previgtos: por

“Lei, que os impeçam de exercerem atividades comerciais, e

estarem” entre. si. Justtio. =] contratados, firmam” “SE

| Testemunhas:

céRgI po TADEU -HRáB Ti. ? go ad “BENTRIO: Jog ISRÉELO EIS EPF/n, 480.640. essas. | tre n: ERG 424. 849-04

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Para verificar a autenticidade acesse www .jucesc.sc.gov.br e informe o número 106361/2018-03 na consulta de processos.

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SEGUNDA ALTERAÇÃO CONTRATUAL, DA EMPRESA

EIS TaEMtES sas Rs to En a e

SÓRCIOS: 8/€ LTDA"

BDESEZBEmmens mm ct et

MARF IBO ADMINISTRADORA DE conssfits: 8/0 1 ca de Direito Privado, estabelecida à ru. Bantas. daraiva nm: "500, Estredi to, FlorianópolisisC, inscrita no C.8.€./MF sob o 'n. 80.470.434/0001-40, com Contrato Social registrado no livro A-1S5 de'Pessoas Jurídicas sob o n. 4.057 em 05 de maio de 1.989, por seus sérvios MARFISO MENEZES NETO, brasileiro, separado consensualmente, comerciante, portador da Carteira da Identidade n. 1/R 447.487, expedida pela BSI-BC, inscrito no CPF sob n. 199.110.149-15, residente e domiciliado à rua Dib Cherem n. 104, Capo- “eiras, Florianópolis-BC; ANASTÁCIO RODRIGUES, brasileiro, casado, comer— ad 1! ciante, portador | da Carteira de Identidade n. 1/R 184.809, expedida pela ad SS1-BSC, inscrito no CPF sob n. 067.1478,849-00, residente e domiciliado à rua Olegário da Silva Ramos n. i33, Capoeiras, Florianopolis-BC, MARF ISO COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS LTDA, pessoa jurídica de Direito Privado, estabe- tecida à praça PO de Setembro n. 300, Pelotas-RS, devidamente registrada na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do 8ul sob n. 43-8-010-7298-5 em 24 de junho de 1.986, inscrita no 6.8.6. “ME sob n. 76.819.038/0001-30 neste ato representado por seu diretor o 8r. MARFIBO MENEZES NETO, acima

qualificado resolvem: a) Alterar seu Contrato Social com a criação de Filiais;

b) = Instalação da Filial OL na cidade de Nolquina= es - did Rig na cidade de Juaçaba-BC;. 7 A E

c) - Em conseqliência das df oractao” suprad: uu seu Contrato Bocial, ficam assim Podia dass h Be frt. E.) A sociedade tem sua Sede Social e Foro! em Fiorfanópoi Le-gt' à.

ss. e rua Santos saraiva, n. 500, Estreito O Aa

N FaARaB. ÚNICO) “A Esc ida a aBilial 01, ha Eltade de Joinville-BC, à rua Sete de Setembro in. B44, com o ramo e atividade de Administradora “de Consórcios e'aFilial. 02, cidade de Jwaçaba-BC, à avenida: “Quinze de Setembro in com o ramo de at igffide de: Rua str É de:

Art. 6.) -0 Capital Bocial é. de Ure vo,

FARAB. a 3 —- Para: efeitos fiscais, tacado entre, Matriz: e Filiais; ida ent + f

Matriz: Fioriandpolin-so: bo “Ure te O milhões de cruzeiros), . es Filial OL: Joinvilie-80 - Rua q de cruzeiros); e

«Filial 02: Joaçaba-SC - crs 14,000:009, de SRRASSFORS E

q

PARAB. E.) Am Filiais ora criadas tem seu início de ativi- EBD TS Ge de agosto de 1.991, 9 syA duração por prazo inde-

Fermanecem inalteradas as cláusulas não introduzidas na alte- ração procedida. ú

x Os sócios MARFISO MENEZES NETO & ANASTÁCIO RODRIGUES, decla- ram não estarem incursos em nenhum dos crimes previstos por Lei, que os impeçam de expfkerem atividades comerciais. E, por estarem entre 9f/ justos e contratados, firmam a pre- | sente alteração em 05 (Eincb) vias de igual teor forma, na presença das testemunhas abaixo:

PO de agpsto de 1.994. E

rg mo tt oc ep e e o

a GÉRGHD TADEU BRASIL RS É CPF n. 480.640.859-15 CPF n. 298.424.849-04

p. Issá dos. Cantos imo TABELA .. ip cd ve BBB D77 UTEIS O E E Em Zomarcé 1 GUAÇU. ANTONIO CARLOS ;

eo Reconheço + aca netura(: Jntoadofs) 0om e:

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Rua Daniel Petry, sis Es. ]. Schmidiz Sata | Cestro CEP SA. a '

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Ese WWW .jucesc.sc.gov.br 3 na consulta de processos.

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de Dezeubro de 1973; Z

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TERCEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL DA EMPRESA "MARFISO ADMINISTRADORA DE CON-—

FERAS RES SMS STD SDRAM ESSE SSESDESPEDEaEnDRe== =

SORCIOS 8/C LTDA

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JUCESG 2 139

MARFISO ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS S/C LTDA, pessoa jurídi- ca de Direito Privado, estabelecida à rua Santos Saraiva n. 3500, Estrei- to, Florianápolis-SC, inscrita no C.6.C./4MF sob on. 80.670. 136/0001-4B, com Contrato Social registrado no Livro A-15 de Pessoas Jurídicas sob O no 4.057 em OS de maio de 1.988, por seus sócios MARFISD MENEZES NETO, brasileiro, separado consensualmente, comerciante, portador da Carteira de Identidade nm. 4/R 447.489, expedida pela SSI-SL, inscrito no CEF sob Un. 155.110.149-15, residente e domiciliado à rua Dib Cherem n. 404, Ca- posiras, Florianóápolis-BC; ANASTACIO RODRIGUES, brasileiro, casado, co- merciante, portador da Carteira de